A nova campanha de saldos da RE/MAX abrange este ano 5.561 imóveis. Destes, cerca de 5.300 são imóveis para venda e mais de 200 para aluguer. O desconto médio é de 8%, com baixas de preços que ultrapassam os 70%.
As tipologias T1, T2 e T3 representam 50% dos imóveis em saldo, enquanto as garagens e terrenos preenchem 32% do total de propriedades com desconto.
Os Saldos RE/MAX abrangem este ano mais de 10% dos 53.542 imóveis comercializados pela rede em Portugal. Face à edição anterior, a adesão dos proprietários à iniciativa cresceu 40% e o número total de imóveis em campanha ascende este ano a 5.561 (mais 1.550 que em 2010).
“Prevemos uma campanha forte, com muita procura e com uma taxa de sucesso acima dos 50%”, refere Beatriz Rubio, presidente-executiva da RE/MAX Portugal que sublinha: “as anteriores edições geraram incrementos de vendas significativos no primeiro trimestre do ano e por isso estamos confiantes que, apesar da conjuntura restritiva no acesso ao crédito, iremos atingir as expectativas.”
A campanha de saldos abrange toda a rede RE/MAX e prolonga-se de 28 de Dezembro de 2010 a 28 de Fevereiro de 2011. Todos os preços dos imóveis em saldo foram previamente acordados com os respectivos proprietários que aceitaram a redução do preço durante o período da campanha.
Os imóveis em saldo estão identificados, com indicação do valor de venda inicial e do valor em saldo, sendo que os preços de saldo se aplicam a todos os contratos promessa de compra e venda concretizados até ao último dia da campanha.
fonte: remax.pt
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
IMOBITUR realiza 7ª Edição entre 17 e 20 de Março
A nova edição da IMOBITUR, a feira de imobiliário do Norte de Portugal e da Galiza, vai realizar-se entre os dias 17 e 20 de Março de 2011, na Exponor, no Porto, assinalando este ano a sua 7ª edição.Em comunicado de imprensa, a organização do certame sublinha que o mesmo foi responsável, desde o seu arranque em 2005, “por gerar uma volume de negócios acumulado de aproximadamente 700 milhões de euros, confirmando a sua capacidade de contribuir para a dinamização da actividade no mercado imobiliário”.
Este ano, mais uma vez, a IMOBITUR realiza-se uma vez mais em simultâneo com a INHOUSE – feira de mobiliário e decoração da qual o certame é parceiro desde a edição de 2008 -, a IMOBITUR, organizada pela Promevi, será uma vez mais patrocinada pela SCHMITT+SOHN Elevadores.
Arturo Malingre, Director da feira, sublinha: “é precisamente nos momentos de dificuldade que uma feira deverá assumir, na estratégia das empresas, um maior destaque. Num período de crise, como o que actualmente se vive, a visibilidade de uma empresa é imprescindível. A feira é uma ferramenta adicional a todas as que as empresas já dispõem para vender os seus produtos, aproximar-se do seu cliente e aumentar a sua visibilidade. Na IMOBITUR, as empresas podem criar oportunidades extraordinárias de venda de produtos. O nosso track record, com um volume de negócios acumulado de 700 milhões de euros ao longo das últimas seis edições, comprovam que a feira é uma oportunidade adicional dos habituais canais de venda para as empresas do sector escoarem os seus produtos”
E acrescenta: “queremos constituir uma oferta expressiva de imóveis em apresentação na feira à semelhança do que aconteceu na edição anterior, em que conseguimos reunir uma carteira de aproximadamente 2.000 imóveis. Este é um importante cartão de visita para o certame como ponto comercial e que permite chamar mais público potencialmente comprador”.
Ao longo das suas seis anteriores edições a IMOBITUR recebeu cerca de 140.500 visitantes, tendo, na edição passada, registado uma afluência em torno das 40.000 pessoas, refere a mesma fonte, salientando que o número “superou mesmo as expectativas iniciais da organização, que em seis anos de certame, mobilizou já mais de 885 empresas a exporem os seus produtos, serviços ou a sua marca”.
Mantendo o seu papel original de “ponto facilitador de negócios imobiliários e de criação de oportunidades quer entre as empresas e o público consumidor, quer entre as empresas e os seus parceiros, a IMOBITUR continua a apostar numa estratégia pró-activa de ajuste desta missão às condições de mercado vigentes em cada momento”, explica a organização do evento.
Nessa perspectiva, “a organização da feira está a preparar para 2011 algumas novidades, com a criação de iniciativas adicionais que permitam reforçar a oferta de produtos imobiliários apresentados, reforçando ainda as iniciativas já consagradas, lançadas em edições prévias como é o caso do Espaço Low Cost”.
No âmbito institucional, a IMOBITUR está também a gerir um programa de eventos paralelos que visam, uma vez mais, constituir-se como um ponto de aglomeração da indústria imobiliária, debatendo ainda os temas que mais marcam a agenda deste sector na actualidade.
fonte: construir.pt
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
REMAX VENDEU MAIS 60% DE CASAS QUE NO ANO PASSADO
O volume de negócios da mediadora imobiliária, em 2010, cresceu 25% e atingiu 1,8 mil milhões de euros.A crise no imobiliário, em particular no mercado de compra e venda de casa, ainda não acabou, não afectou os resultados da Remax.
No ano passado, a mediadora de origem norte-americana, presente em Portugal há já dez anos, vendeu cerca de 20.500 casas, mais 60% que no ano anterior.
No total, a Remax transaccionou 31.650 casas, das quais 65% foram vendas e 36% foram arrendamentos.
Para a presidente-executiva da Remax Portugal, Beatriz Rubio, estes resultados explicam-se por uma alteração na estratégia da empresa.
"A crise é superior a nós e, por isso, tivemos de fazer uma mudança na forma como trabalhávamos o mercado.
Aprendemos a analisar financeiramente os clientes para ver exactamente quanto podiam investir e que casa podiam comprar", explica ao Diário Económico.
fonte: económico
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
As vindimas municipais imobiliárias
O Poder Local não prescinde da árvore das patacas que dá pelo nome de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Já não basta o que basta, em matéria de tributação do património e, este ano, a esmagadora maioria dos Municípios portugueses volta a aplicar a taxa máxima de IMI.O regime de tributação do património imobiliário, actualmente em vigor, concede aos Municípios o poder de agravar ou desagravar a taxa do IMI e o resultado é o que se vê , mesmo sabendo-se que os grandes beneficiários do sistema – o Poder Local – nunca como agora tiraram bons rendimentos do betão.
É que, embora mais próximo das populações, o Poder Local vive num permanente estado de benefício da dúvida no que toca a assumir responsabilidades pelo maior ou menor peso fiscal sobre os contribuintes. Impostos é coisa ruim que apenas responsabiliza os do Governo Central.
E, no entanto, na hora de decidir o que fazer quanto ao montante da fatia fiscal que lhes cabe, os Municípios optam, com raras excepções, pelos valores máximos possíveis, carregando no bolso dos munícipes que também são contribuintes municipais, embora raramente se vejam como tal.
Como já em tempos disse, é preciso saber podar as árvores no tempo certo para que estas voltem a dar frutos de forma harmoniosa, às vezes até mais do que davam. Esta é que é a poda que falta a essa fértil árvore das patacas do IMI, uma árvore que pode, de repente, deixar de dar frutos.
Luís Carvalho Lima
Presidente da Direcção Nacional da APEMIP
Fonte: Diário Económico
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
«PROJECTO CASA» - SEE YOU IN 2012
Expositores e visitantes mostraram-se satisfeitos no encerramento da «II Projecto Casa – Evento de Arquitectura e Design», que durante quatro dias mostrou na Exponor os mais recentes e inovadores projectos de arquitectura, reabilitação urbana e design.Rompendo com conceitos tradicionais em todas estas áreas, a II edição recebeu milhares de visitantes, a maioria composta por um público profissional, conhecedor e qualificado, formado por arquitectos, designers e decoradores, bem como por apaixonados pela arquitectura e design.
Um dos objectivos deste tipo de certame foi plenamente atingido, com os 131 expositores a explorarem oportunidades de negócios e a firmarem parcerias que seguramente trarão proveitos num futuro próximo.
Face ao excelente feed-back que a organização recebeu por parte de todos quantos estiveram envolvidos na feira, é já certa a realização da III edição da «Projecto Casa», que regressa ao recinto da Exponor em 2012, num certame que cada vez mais se afirma como de referência nesta área, quer pelo envolvimento das associações representativas do sector, quer pela originalidade do programa que se propões realizar.
Dentro deste conceito, a feira apresentou várias novidades na edição que agora encerrou. A vincada componente ecológica da «Projecto Casa» traduziu-se, por exemplo, na substituiu dos tradicionais tapetes por uma ciclovia e pela forma como quis premiar com uma entrada gratuita aqueles que chegassem de bicicleta à Exponor.
Um ciclo de debates sobre reabilitação e requalificação urbana permitiu, também, com arquitectos e projectistas de renome, uma reflexão aturada sobre uma matéria que é cada vez mais actual e para o qual construtores, ecologistas e paisagistas estão cada vez mais sensibilizados.
Fonte: revistaimobiliaria
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
MELOM - OBRAS SEM "DORES DE CABEÇA"
A nova rede de empresas especializada em obras em casa promete fazer desde a pequena reparação à remodelação total. Conta já com 20 franchisados, quer chegar aos 50 no início do próximo ano e ambiciona ser líder no sector da recuperação, reabilitação e manutenção de imóveis.
Manuel Alvarez, fundador do grupo Remax, deseja chegar mais longe: 200 empresas espalhadas pelo país, que apostam na reabilitação urbana e não em novas construções. Alvarez pretende reunir oferta nesta área debaixo de uma mesma marca e que dê garantias de qualidade. Daqui a 5 anos, espera ter uma quota de mercado de 12%».
«Quer seja na compra de casas usadas, quer seja no arrendamento, não tínhamos resposta para a pergunta que mais ouvimos: Queria fazer obras. Conhece alguma empresa?», relata à Agência Financeira o fundador da imobiliária, certo de que o sector da reabilitação vai crescer, enquanto a nova construção continuará a sofrer um abrandamento.
«Queremos dar resposta a esta crescente procura, reunindo a oferta que está fragmentada e dando aos clientes a certeza de que o prazo, o preço e todos os pedidos serão respeitados», disse ainda o espanhol radicado em Portugal há mais de uma década.
E é esse um dos pontos que Manuel Alvarez julga poder fazer a diferença: «O objectivo é que o cliente fique satisfeito e portanto teremos um serviço de atendimento, antes, durante e depois da obra».
«Se só precisar de consertar uma torneira ou pendurar um candeeiro, também pode usar os nossos serviços», acrescenta, calculando que, num futuro próximo, com centenas de empresas de Norte a Sul do país «o custo da deslocação deixe de existir, porque teremos empresas próximo de todas as localidades».
As empresas que estão a aderir perdem o seu nome ¿ passam a fazer parte da rede Melom ¿, mas ganham em «clientes, em confiança. De que vale ser conhecido no bairro ou na cidade, se pode ser conhecido no país».
Manuel Alvarez, fundador do grupo Remax, deseja chegar mais longe: 200 empresas espalhadas pelo país, que apostam na reabilitação urbana e não em novas construções. Alvarez pretende reunir oferta nesta área debaixo de uma mesma marca e que dê garantias de qualidade. Daqui a 5 anos, espera ter uma quota de mercado de 12%».
«Quer seja na compra de casas usadas, quer seja no arrendamento, não tínhamos resposta para a pergunta que mais ouvimos: Queria fazer obras. Conhece alguma empresa?», relata à Agência Financeira o fundador da imobiliária, certo de que o sector da reabilitação vai crescer, enquanto a nova construção continuará a sofrer um abrandamento.
«Queremos dar resposta a esta crescente procura, reunindo a oferta que está fragmentada e dando aos clientes a certeza de que o prazo, o preço e todos os pedidos serão respeitados», disse ainda o espanhol radicado em Portugal há mais de uma década.
E é esse um dos pontos que Manuel Alvarez julga poder fazer a diferença: «O objectivo é que o cliente fique satisfeito e portanto teremos um serviço de atendimento, antes, durante e depois da obra».
«Se só precisar de consertar uma torneira ou pendurar um candeeiro, também pode usar os nossos serviços», acrescenta, calculando que, num futuro próximo, com centenas de empresas de Norte a Sul do país «o custo da deslocação deixe de existir, porque teremos empresas próximo de todas as localidades».
As empresas que estão a aderir perdem o seu nome ¿ passam a fazer parte da rede Melom ¿, mas ganham em «clientes, em confiança. De que vale ser conhecido no bairro ou na cidade, se pode ser conhecido no país».
Fonte: agenciafinanceira
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Re/Max Collection vende 80 milhões
Venda de habitações de luxo na Remax aumenta 9% num ano
A Remax está a reforçar o negócio da venda de casas de luxo. Em apenas um ano, desde Setembro de 2009, data em que foi lançado a marca Remax Collection, a mediadora vendeu imóveis no valor de 80 milhões de euros. "Um montante que representa um crescimento de 9% em relação ao ano anterior em que, apesar de não termos a marca Collection, já vendíamos casas de luxo, com preços acima de 500 mil euros", explicou Beatriz Rubio, presidente executiva (CEO) da Remax Portugal e responsável pelo segmento de luxo da empresa, ao Diário Económico.
De acordo com a responsável, este é um feito notável tendo em conta a situação económica que Portugal vive, mas é também a prova de que ainda há dinheiro no país. "Em três meses, vendemos três casas em Cascais que custavam entre dois a 2,6 milhões de euros cada uma. E tivemos uma casa de quatro milhões que se vendeu em seis meses", conta.Para 2011, o objectivo é continuar a crescer, se possível a dois dígitos, mas de acordo com esta responsável não existem quaisquer metas, tanto em número de casas angariadas como de negócios realizados. "Mais que quantidade, quero qualidade. Quero que a Remax Collection tenha muito boa reputação e não muitas casas em carteira", comenta Beatriz Rubio.
Fonte: Diário Económico
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